segunda-feira, 28 de junho de 2010

MULTIRÃO NA COMUNIDADE BOM PASTOR



No dia 19 de junho de 2010, foi realizado o multirão da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, comunidade "Bom Pastor". Estiveram presentes na parte da manhã, Sr. Gualberto, Sr, Antônio; na parte da tarde Dona Maria Luiza, Joselene, Joseilda, Kárin, André e o Pastor Estagiário Jonas.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

ENCONTRO DE CASAIS - 12 de junho de 2010


No dia 12 de junho de 2010, dia dos namorados, foi realizado o Encontro de Casais na Igreja Evangélica Luterana do Brasil, Floriano - Pi, onde estiveram presentes 05 casais. Neste encontro tivemos momentos de estudo, dinâmicas e declarações. O estudo teve como tema: "Amor - um sentimento a ser aprendido" (1 Co. 13. 4-7) e como conclusão do estudo foi refletido sobre a leitura de Ec. 4.9-11.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

QUERIDO PASTOR


Nós te amamos e admiramos muito, pois tu estás presente nos momentos mais especiais e importantes de nossa vida cristã... no nosso Batismo, na nossa Confirmação, no nosso casamento, depois na vida cristã dos nossos filhos e netos, quando falece um ente querido. Tu estás lá a cada domingo, pregando a Palavra de Deus, nos trazendo mensagens de paz e consolo que nos animam para batalha diária. Cada um tem talentos especiais, alguns tocam os corações através da música, outros tem o dom da palavra, outros através de formas criativas e diferentes conseguem cativar e atrair a atenção. Sem falar naqueles que tem o dom da paciência, que sabem ouvir e aconselhar, e são donos de uma empatia marcante. Tem também os que sabem liderar os trabalhos de maneira que mudanças positivas ocorrem no trabalho da igreja. Mesmo tendo um destes talentos mais expressivo, ou todos citados, sempre há o que melhorar e o que aperfeiçoar.
Por outro lado, você é cristão, tão falho e pecador como nós. Tem seus momentos de dificuldade, pois convive com uma infinidade de situações difíceis, que como leigos não compreendemos. Cada pessoa tem suas fases de tristeza, elas fazem parte da vida, porém tudo passa. Então, não desanime, suba ao monte e ore, como Jesus fez (Lc 6. 12-13)! Deus te deu uma missão especial, e é Ele quem vai te dar foca e coragem de continuar compartilhando as suas experiências de vida com Deus.
A você que é solteiro, que ore ao Senhor e que possa encontrar no tempo certo a sua outra metade.
A você que está namorando, que possa curtir de forma cristã esta fase bela da vida.
A você que é marido, compartilhe a vida com sua esposa, com amor e atenção, pois se tens ela como aliada e companheira, a batalha fica menos árdua.
A você que é pai, brinque com os seus filhos e aprenda com eles, pois eles têm muito a te ensinar.
A você que já é vovô, bisavô, por todos os anos de dedicação e amor...

(Edeltraut Lüdke, CEL Ebenézer, Jaraguá do Sul, SC).



10 DE JUNHO, DIA DO PASTOR


A TODOS OS PASTORES UM FELIZ E ABENÇOADO DIA DO PASTOR!!!!




terça-feira, 1 de junho de 2010

AGRADEÇA A DEUS PELA CESTA DE LIXO


Tudo o que não nos serve mais, jogamos na cesta de lixo. Em certo sentido, podemos dizer que o uso sábio da cesta de lixo é o segredo da vida bem sucedida.

A vida de muita gente está transbordando de entulho que devia ter sido jogado na cesta de lixo há muito tempo. Velhas preocupações, queixas bobas e ressentimentos que deviam ter sido enterrados, são freqüentemente mimados por nós e conservados como se tivéssemos medo de perdê-los.

Existe apenas um lugar onde deixar ressentimentos, velhas rixas e decepções do passado. Este lugar é a cesta de lixo! Não devemos permitir que as amarguras de ontem sujem o ar do dia de hoje e de amanhã.

Haveria grande diferença na vida de muitas famílias, na sala de aula, no campo de esportes se cada um de nós aprendesse a jogar fora no fim do dia pensamentos e sentimentos podres. “Se você ficar com raiva, não deixe que isto o faça pecar, e não fique com raiva o dia todo. Não dêem oportunidade ao diabo,” diz a palavra de Deus (Ef 4.26,27). Em vez de dar espaço ao diabo, devemos jogá-lo no canto que lhe pertence!

Noutro lugar a Bíblia diz: “Deixemos de lado tudo o que nos atrapalha, e o pecado que se agarra firmemente em nós, e corramos com coragem a carreira que está à nossa frente. Continuemos com os nossos olhos fixos em Jesus” (Hb 12.1,2). Não levemos conosco de um dia para outro velhos pecados, tentações, amarguras e preocupações. Com a ajuda de Deus, joguemos fora todos eles.

Feliz é a pessoa que aprendeu a abandonar e esquecer os pensamentos raivosos e os desejos maus que se amontoam no coração, para começar o novo dia aliviado pelo perdão de Cristo.

Paulo aprendeu a usar sabiamente a cesta de lixo, pois eles diz: “Esqueço as coisas que ficam para trás, e avanço para as que estão na minha frente. Corro direto para a meta” (Fp 3.13,14).

Esqueçamos aquelas coisas que Deus quer que esqueçamos e prossigamos em busca daquelas que ele nos oferece. Que Deus nos abençoe. Amém.

domingo, 23 de maio de 2010

FÉ RELIGIOSA: INATA E BENÉFICA PARA A SAÚDE?




A tendência do ser humano a crer numa divindade ou ordem sobrenatural é inata ou aprendida? Existiria algo como um "gene de Deus", responsável por essa tendência? A fé tran benefícios para a saúde dos indivíduos? Questões como estas têm ocupado o primeiro plano nas pesquisas de cientistas das mais diversas áreas em nossos dias. E as conclusões às quais eles têm chegado apontam para o fato de que, para a ciência, não só a fé parece estar "programada" em nosso cérebro, como também teria benefícios reais para a saúde.


Existe uma predisposição biológica para a fé religiosa?
Uma das conclusões mais polêmicas em torno do assunto foi feita pelo cientista americano Dean Hamer, que, em 2004, divulgou ter descoberto um gene ligado à fé. Batizado wmat2, Hamer afirma, em seu livro O gene de Deus, que este seria responsável pelo transporte de mensageiros cerebrais, entre eles a serotonina, além de gerar o pensamento religioso.
Esse tipo de explicação simplista do fenômeno religioso, contudo, tende a ser rechaçada pela comunidade científica. Um dos nomes envolvidos em pesquisas recentes na área é Jordan Grafman, chefe do departamento de neurociência cognitiva do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame (EUA). Autor de uma das pesquisas mais recentes acerca da relação entre fé e nossa estrutura cerebral – cujos resultados foram publicados na edição de março deste ano da Proceedings of the National Academy of Sciences, sob o título Cognitive and neural foundations of religious belief (Fundamentos cognitivos e neurológicos da crença religiosa) - , Grafman concluiu que a capacidade de crer em um ser ou ordem superior teria surgido ao mesmo tempo que as aptidões que tornaram possível a vida em sociedade.
Em seu estudo, ele analisou o cérebro de 40 pessoas, religiosas e não religiosas, enquanto liam frases que confirmavam ou confrontavam a crença em Deus. Usando imagens de ressonância magnética funcional, que mede a oxigenação do cérebro, o neurocientista descobriu que as partes ativadas durante a leitura de frases relacionadas à fé eram quase as mesmas usadas para entender as emoções e as intenções de outras pessoas. Isso que dizer, segundo Grafman, que a capacidade de crer em um ser ou ordem superior, possivelmente, surgiu ao mesmo tempo que a habilidade de prever o comportamento de outra pessoa – fundamental para a sobrevivência da espécie e a formação da sociedade, e para estabelecer relações de causa e efeito. A interferência de um ser muito poderoso seria uma necessidade de entender o que não se consegue explicar com o conhecimento comum.

Predisposição à crença
Para o neurocientista, o pensamento religioso nasceu junto com o cérebro humano. “Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas, a religiosa”, diz Grafman. Há, em toda forma de pensamento, um sistema de crença que o fundamenta, que guia até mesmo o comportamento social. Para ele, a crença religiosa seria o primeiro sistema de crença a ter surgido. Para Justin Barrett, antropólogo e professor da Universidade de Oxford, autor do livro Why would anyone believe in God? (Por que alguém acreditaria em Deus?), a crença religiosa é um efeito colateral da maneira como nossa mente é organizada naturalmente. Para ele, há evidências de que os sistemas religiosos ajudam a manter comunidades unidas – a dividir, a confiar, a construir redes sociais mais fortes. Barrett afirma que a mente das crianças é um exemplo de como a fé se manifesta precocemente. Em certa experiência, pesquisadores mostraram uma caixa de biscoitos às crianças e perguntaram a elas o que havia dentro. Como não são bobas, as crianças responderam: “Biscoitos”. Ao abrir a caixa, o que encontraram eram pedras. Então, os cientistas perguntaram às mesmas crianças o que suas mães achariam que havia dentro da caixa e o que Deus diria se visse a caixa. As crianças de 3 anos disseram que as mães, assim como Deus, diriam que havia pedras. A partir dos 5 anos, elas responderam que a mãe diria “Biscoitos”, mas que Deus responderia “pedras”.

A fé faz bem à saúde?
Segundo Andrew Newberg, neurocientista da Universidade da Pensilvânia e coordernador de outro importante estudo sobre o poder da meditação e da oração, tais práticas ajudam a melhorar a relação da pessoa consigo mesmo e com os outros, podendo até mesmo alterar a química cerebral.
O autor de How God changes your brain (Como Deus muda seu cérebro) estuda as manifestações cerebrias da fé há pelo menos 15 anos, e descobriu que as práticas religiosas acionam, entre outras regiões do cérebro, os lobos frontais, responsáveis pela capacidade de concentração, e os parientais, que nos dão a consciência de nós mesmos e do mundo. Ainda estão sendo feitos estudos para compreender melhor a meditação e a prece, mas a pesquisa de Newberg mostra que, durante essas atividades, o lobo frontal fica mais ativo, e o lobo parietal menos. Como essa parte do cérebro é responsável pela noção de tempo e espaço, “desligá-la”geraria a sensação de imersão no mundo e a de ausência de passado e futuro, muitas vezes, relatadas por religiosos. O neurocientista especula também se essas práticas alterariam a química cerebral, como os neveis de serotonina e dopamina, que regulam nosso humor, nossa memória e o funcionamento geral de nosso corpo. Nisso, afirma ele, não há diferença de efeito entre as crenças religiosas, mas, sim, entre as práticas que levam à maior ou menor introspecção.
Já Michael Inzlicht, professor de psicologia da Universidade de Toronto (Canadá), afirma que quem crê em Deus tende a lidar melhor com os erros. Inzlicht pediu a pessoas de várias orientações religiosas e também àquelas que não crêem em Deus que dissessem os nomes das cores que apareciam a sua frente. Quando elas cometiam um erro, uma área do cérebro chamada “córtex cingulado anterior” era ativada. “Quando mais forte a religiosidade e a crença em Deus dos participantes, menor era a resposta dessa região ao erro”, diz Inzlicht. Isso seria uma evidência de que as pessoas religiosas ficam mais calmas diante de um erro.
A influência da crença em Deus na redução do estresse já é quase um consenso entre os médicos. Segundo Marcelo Saad, médico do hospital Albert Einstein, de São Paulo, doenças relacionadas ao estresse, especialmente as cardiovasculares (hipertensão, infarto do miocárdio e derrame), parecem ser menos freqüentes entre aqueles que adotam uma prática religiosa. Além disso, pesquisas mostram que participar de um grupo religioso estruturado traz benefícios por aumentar o suporte social à pessoa. Esse apoio social é algo extremamente valioso para a saúde física, inclusive para a sobrevivência e a longevidade”, diz o psicólogo americano Michael McCullough, professor da Universidade de Miami. Ao combinar os resultados de 42 pesquisas diferentes, o psicólogo descobriu que as pessoas altamente religiosas tinham 29% a mais de chance de estar vivas, em determinado momento do futuro, que as demais. A religiosidade tornaria mais fácil resistir a tentações nocivas à saúde, como álcool e o fumo.

Fé religiosa e empatia social
Encontrar os fundamentos neurológicos para o fenômeno religioso tornou-se um dos projetos da moderna neurociência desde que Charles Darwin – patrono do modelo adaptativo em voga nas ci6encias biológicas – teria afirmado, no século 19, a sua universalidade.
Trata-se, porém, de um projeto que tem como seu fundamento, em última análise, a idéia de que é possível encontrar, nos dados “brutos” da matéria (o corpo orgânico em geral, e sistema nervoso em particular), um funcionamento regular observável e passível de experimentação. Nesse sentido, tal projeto é muito promissor. As neurociências já demonstraram sua eficácia no diagnóstico e no tratamento de diversas patologias mentais – como a depressão, por exemplo.
Contudo, um limite para a compreensão dos fatos observáveis permanece sempre à frente das descobertas científicas. No caso das relações entre a crença religiosa e seu substrato neuronal, à parte dos componentes “sócias”da teoria (aqueles que dizem respeito à empatia), esse limite pode ser traduzido nos seguintes termos: que um sistema de crenças guia nosso comportamento social, e que existem diferenças entre pessoas religiosas e não religiosas parece já ser um consenso, mas o(a) religioso(a) já nasceu com características que predispõe à religião, ou tais características (incluindo-se aí as alterações da química cerebral) foram moldadas nele por meio da prática religiosa?
Vale, em todo caso, o alerta de Thomas Kuhn, importante filósofo da ciência do século passado: em tempos de ciência “normal”, as descobertas científicas são moldadas dentro de certos paradigmas que lhes conferem legitimidade. Nesse sentido, afirma o filósofo, ciência e religião não são tão diferentes quanto se imagina. Relacionar a empatia e a coesão social com fé religiosa no nível neuronal parece ser fruto do paradigma atual. Mas essa descoberta responderia também pelos resultados mensuráveis da prática religiosa em outros contextos? Em outras palavras, excluindo-se os componentes sociais (empatia, interação, envolvimento em grupos religiosos), os resultados das pesquisas seriam os mesmos? Pesquisas dirigidas em tais condições responderiam, talvez, pela origem da religiosidade no nível individual e seus efeitos.

Gleisson Roberto schmidt, é pastor da IELB em Curitiba, Especialista em Saúde Mental, Psicopatologia e Psicanálise, mestrando em Filosofia (PUCPR).


PARA SABER MAIS:


Grafman, Jordan et al. Cognitive and neural foundations of religious belief, in Proceedings of the National Academy of Sciences, 24 mar. 2009 (http://www.pnas.org/);


Sorg, Letícia. A Fé que faz bem à Saúde, in Época, 20 mar. 2009 (http://www.revistaepoca.globo.com/);


Kuhn, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 2000.


http://www.andrewnewberg.com/







quarta-feira, 19 de maio de 2010

A PRESENÇA DE JESUS


Conta-se a história de um cristão que sofria de uma grave doença. Certo dia recebeu a visita de um pastor novato. O pastor sentou-se numa cadeira ao lado da cama e notou que no outro lado da cama havia uma cadeira vazia, que certamente tinha sido ocupada minutos antes.

Apontando para a cadeira vazia, o pastor disse: “Vejo que não sou o primeiro visitante nesta manhã.” O senhor doente comentou: “Aquela cadeira tem uma história interessante. Durante muitos anos achei impossível orar quando ia dormir. Muitas vezes adormecia sobre os joelhos porque estava cansado demais. Quando conseguia ficar acordado, não me concentrava. Certo dia falei com outro pastor a respeito do meu problema. Ele me disse que não devia preocupar-me em ajoelhar. Aconselhou-me a sentar sobre a cama e pôr a cadeira ao lado. Disse-me para imaginar que Jesus está sentado na cadeira e para falar com ele como faria com um amigo. Comecei a fazer isso. Desde então continuo fazendo assim. Agora o senhor sabe porque a cadeira está lá.”

Poucos dias após a visita, a filha daquele senhor doente correu à casa do pastor com a notícia do falecimento do seu pai. Ela contou: “Encontramos o papai morto na cama. Parecia dormir tranqüilamente. Mas uma coisa chamou a atenção: estava com sua mão estendida sobre a cadeira ao lado da cama!”

Não é dito que nós devemos ter o mesmo hábito da cadeira vazia. Porém, é muito importante para cada um de nós estar na presença de Jesus. Na vida e na morte seremos muito abençoados se tivermos aprendido a colocar nossa mão na mão de Jesus.

Coloquemos cada dia a nossa vida aos cuidados de Deus. Então poderemos dizer:
“Mesmo quando eu estiver andando no vale escuro da morte, não terei medo, porque tu (Deus) estás bem ao meu lado, protegendo, guiando o caminho todo.” (Sl 23.4).

sexta-feira, 7 de maio de 2010

A MULHER SÁBIA CONSTRÓI O LAR (Provérbios 14.1)



“A mulher sábia constrói o seu lar, mas a que não tem juízo o destrói com as próprias mãos.” Palavras extraídas do Livro dos Provérbios de Salomão, capítulo 14, versículo 1º (BLH).


Dia das Mães! Mulheres de todas as idades, agraciadas com o dom da maternidade, são homenageadas por maridos e filhos.


Quando a Bíblia diz que “a mulher sábia constrói o seu lar” ela não faz distinção entre mães jovens ou idosas, mas ela se refere à mulher, criatura de Deus. O texto bíblico faz uma distinção entre mulheres sábias e as que não têm juízo. O assunto poderia ser um prato cheio para debates entre machistas e feministas, mas para nós, quando a Palavra de Deus fala em sabedoria e falta de juízo, faz-se necessário refletir para entender corretamente os termos à luz da própria Bíblia.


Geralmente, a sabedoria é relacionada com inteligência, e a falta de juízo, com tolice. Assim convido você para buscarmos clareza na Palavra de Deus. Diz o salmista: “Para ser sábio, é preciso primeiro temer ao Deus Eterno” (Sl 111.10 BLH). Vemos assim que a sabedoria que constrói o lar é o temor a Deus. O lar é construído quando a mulher tem respeito, submissão a Deus e fé no Salvador Jesus Cristo. Podemos, então, dizer que a mulher cristã edifica o seu lar com a graça de Deus que sempre nos orienta através da sua Palavra.


Já a mulher sem juízo é aquela que não teme a Deus, não é cristã e não tem a Bíblia como orientação no lar, para a educação dos filhos e para o relacionamento conjugal. Ela destrói o seu lar com o pecado e a falta de temor a Deus, e por isso será julgada por Deus e sofrerá a separação eterna de Deus (cf. Pv 19.29).


Querida mãe, querido pai e amados filhos, esta Palavra de Deus não se aplica apenas às mulheres, mas a toda a família. A sabedoria de Deus, presente na vida da vossa família permitirá construir um lar de amor e de relacionamentos sólidos, onde as diferenças podem ser tratadas com a sabedoria que vem de Deus, com temor, fé e esperança de salvação.


Oremos: Senhor Deus, abençoa todas as mães e dá-lhes sabedoria para orientarem e educarem os seus filhos pequenos, e servirem de exemplo cristão para os filhos adultos. Por Jesus. Amém.


FELIZ DIA DAS MÃES!!! QUE DEUS OS ABENÇOE.....